Profissionalismo, excelência e experiência

Especialistas no tratamento da Dor Crônica

Atendimento que coloca as suas necessidades e expectativas em primeiro lugar, pois acreditamos que atender bem é a melhor forma de você ficar bem.

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Quem somos

Oliveira Rizzo Clínica de Dor

A Oliveira Rizzo – Clínica de Dor é uma clinica especializada no diagnóstico e tratamento da dor crônica ( Dor que persiste por um período igual ou superior a 3 meses ) atuando também em cuidados paliativos oncológicos e geriátricos.
Seus dois médicos especialistas em anestesiologia, dor crônica e medicina paliativa, possuem uma ampla rede de contatos com todas as áreas da saúde que formam o tratamento interdisciplinar da dor e dos cuidados paliativos.

As condutas sempre são baseadas em evidências científicas em paralelo com a experiência de mais de 20 anos na área da dor.










Seus dois médicos especialistas em anestesiologia, dor crônica e medicina paliativa, possuem uma ampla rede de contatos com todas as áreas da saúde que formam o tratamento interdisciplinar da dor e dos cuidados paliativos.

As condutas sempre são baseadas em evidências científicas em paralelo com a experiência de mais de 20 anos na área da dor.


Dr João Rizzo


Anestesiologista

Dr. João Marcos Rizzo


Cursou a Faculdade de Farmácia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), até 1985, quando ingressou na Faculdade de Medicina da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA), junto à Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre onde, em 1991, graduou-se médico.

Especializou-se em Anestesiologia, na Residência Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), nos anos de 1992 e 1993. Em 1998 ingressou no Programa de Pós-graduação em Tratamento de Dor e Medicina Paliativa da UFRGS, onde estudou até o ano 2000. Em 1999, fez especialização em Cuidados Paliativos Oncológicos no Instituto Catalão de Oncologia de Barcelona e no Hospital de La Santa Creu de Vic, na Espanha.

Iniciou a trajetória profissional em Dor e Cuidados Paliativos no ano de 2001 quando, com colegas especialistas nestas áreas, fundou a UNITÀ – Clinica de Dor e Suporte Oncológico que, em 2005, a convite da diretoria médica do Hospital Moinhos de Vento, tornou-se a Clínica de Dor deste Hospital, pioneira nesta área na Instituição, ampliada em suas especialidades e onde atua até hoje.
Cursou a Faculdade de Farmácia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), até 1985, quando ingressou na Faculdade de Medicina da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA), junto à Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre onde, em 1991, graduou-se médico.

Especializou-se em Anestesiologia, na Residência Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), nos anos de 1992 e 1993. Em 1998 ingressou no Programa de Pós-graduação em Tratamento de Dor e Medicina Paliativa da UFRGS, onde estudou até o ano 2000. Em 1999, fez especialização em Cuidados Paliativos Oncológicos no Instituto Catalão de Oncologia de Barcelona e no Hospital de La Santa Creu de Vic, na Espanha.

Iniciou a trajetória profissional em Dor e Cuidados Paliativos no ano de 2001 quando, com colegas especialistas nestas áreas, fundou a UNITÀ – Clinica de Dor e Suporte Oncológico que, em 2005, a convite da diretoria médica do Hospital Moinhos de Vento, tornou-se a Clínica de Dor deste Hospital, pioneira nesta área na Instituição, ampliada em suas especialidades e onde atua até hoje.



Anestesiologista

Dr. Luciano de Oliveira


Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) junto ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) no ano de 1991 e graduou-se médico em 1996. Especializou-se em Anestesiologia na Residência Médica do HCPA nos anos de 1997 e 1998. Em 1999 ingressou na Residência Médica em Tratamento de Dor e Medicina Paliativa da UFRGS.

Em 2000 fez especialização em Cuidados Paliativos Oncológicos no Instituto Catalão de Oncologia de Barcelona e no Hospital de La Santa Creu de Vic, na Espanha. Realizou Mestrado junto ao HCPA/UFRGS na área de Ciências da Saúde, concluído em 2006. Atualmente é doutorando na mesma Instituição, também na área de Ciências da Saúde.

Iniciou sua trajetória profissional em Dor e Cuidados Paliativos no ano de 2001 quando, com colegas especialistas nestas áreas, fundou a UNITÀ – Clínica de Dor e Suporte Oncológico que, em 2005, a convite da diretoria médica do Hospital Moinhos de Vento tornou-se a Clínica de Dor deste Hospital, pioneira nesta área na Instituição, ampliada em suas especialidades e onde atua até hoje.



Dr. Luciano de Oliveira


Dr. Luciano de Oliveira


Anestesiologista

Dr. Luciano de Oliveira


Ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) junto ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) no ano de 1991 e graduou-se médico em 1996. Especializou-se em Anestesiologia na Residência Médica do HCPA nos anos de 1997 e 1998. Em 1999 ingressou na Residência Médica em Tratamento de Dor e Medicina Paliativa da UFRGS.

Em 2000 fez especialização em Cuidados Paliativos Oncológicos no Instituto Catalão de Oncologia de Barcelona e no Hospital de La Santa Creu de Vic, na Espanha. Realizou Mestrado junto ao HCPA/UFRGS na área de Ciências da Saúde, concluído em 2006. Atualmente é doutorando na mesma Instituição, também na área de Ciências da Saúde.

Iniciou sua trajetória profissional em Dor e Cuidados Paliativos no ano de 2001 quando, com colegas especialistas nestas áreas, fundou a UNITÀ – Clínica de Dor e Suporte Oncológico que, em 2005, a convite da diretoria médica do Hospital Moinhos de Vento tornou-se a Clínica de Dor deste Hospital, pioneira nesta área na Instituição, ampliada em suas especialidades e onde atua até hoje.



Tratamentos

Principais Síndromes Dolorosas Crônicas que tratamos:


1. Fibromialgia

Dor crônica generalizada acompanhada de fadiga crônica, distúrbio de sono e rigidez matutina, dentre outros sintomas.


2. Lombalgia Crônica

Dor na região mais baixa das costas, que se mantém por mais do que 3 meses, levando à perda de qualidade de vida e autonomia.


3. Ciatalgia

A chamada dor do nervo ciático, inicia na região da nádega, irradiando-se pela perna, podendo limitar muito a vida do paciente.


4. Cervicalgia

Dor na região posterior do pescoço, na coluna cervical. Muitas vezes é geradora de dores de cabeça diárias.


5. Radiculopatia

Dor que se origina de compressão das raízes nervosas que emergem da coluna cervical e da lombar, geralmente de forte intensidade, que podem ter várias causas, como hérnias de disco, osteoartrose de vértebras, dentre outras.


6. Cefaleia

Dor de cabeça crônica, que pode ter as mais diversas causas, como as enxaqueca (migranea), cefaleia em salvas, cefaleia crônica diária, cefaleia cervicogênica (relação com coluna cervical), cefaleia tensional, dentre outras.


7. Neuralgia do Nervo Trigêmeo

Dor neuropática crônica, de forte intensidade, dos ramos do nervo que é responsável pela sensibilidade da face, geralmente referidas como em “choques elétricos”, em “raios”, em “queimação”.


8. Neuralgia Pós-Herpética

Dor resultante da cronificação da neurite viral Herpes Zoster, causada pelo vírus da varicela, conhecido popularmente como “cobreiro”, também com características de “choque elétrico”, “queimação”, sensibilidade dolorosa ao toque.


9. Dor Neuropática Localizada

Dor ocasionadas mais frequentemente após trauma agudo ou crônico que é bem localizada e, pode aparecer no pós operatório tardio, na síndrome do túnel do carpo, no neuroma de Morton no pé, na neuralgia de Arnold que afeta a região posterior da cabeça.


10. Dor em Membro Fantasma

Dor que surge após amputação de um membro ou órgão, na região onde já não existe este membro ou órgão afetado, o que dá o nome a ele de “fantasma”. São exemplos dores de perna fantasma, braço fantasma, mama fantasma.Trata-se de uma dor neuropática central ( relacionada ao Sistema Nervoso Central ), que tem grande relação com a memória da dor.


11. Dor pós Derrame (AVC)

Quadro de dor central, geralmente atingindo todo um hemicorpo, que tem origem após dano cerebral central por isquemia ou sangramento.


12. Dor Miofascial

Dor muscular crônica que atinge grupos musculares específicos.


13. Síndrome da Dor Regional Complexa

Conhecida como distrofia simpático-reflexa, causalgia, síndrome de Sudeck dentre outros nomes. Trata-se de uma lesão neuropática do Sistema Nervoso Autônomo, que ocorre tardiamente a trauma de membros ou cirurgias.


14. Dor Pós-Operatória Tardia

Dor pós-cirúrgica que não melhora no prazo adequado (proporcional ou associado ao tempo da recuperação cirúrgica e cicatrização), tendendo a se tornar crônica.


15. Dor das Osteoartroses de joelho, quadril ou ombros

Dor muito frequente, principalmente no idoso, por desgaste natural das articulações.


16. Dor Pélvica Crônica

Dor crônica da região pélvica, que se mostra refratária ao tratamento inicial do urologista ou do ginecologista. Exemplo: dor uretral crônica, dor pélvica por endometriose.


17. Dor no paciente com Síndrome ou Doença de Parkinson

Por se tratar de uma síndrome de rigidez central, muitos pacientes com Síndrome ou Doença de Parkinson sofrem de dores crônicas músculo-esqueléticas e neuropáticas.


18. Dor relacionada ao câncer

Os pacientes oncológicos podem sofrer de dores de várias origens causadas pelo próprio tumor, pelo tratamento executado (radioterapia, quimioterapia e/ou cirurgia, muitas vezes agressivos) ou pelo recrudescimento da doença já existente.


19. Neuropatia Diabéticas

Uma das complicações precoces do Diabetes é a neuropatia, principalmente a periférica, que atinge pernas e braços.



Medicina Paliativa

“É uma abordagem que visa melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares no contexto de uma doença ou condição grave e ameaçadora da vida, por meio da prevenção, do alívio do sofrimento, da identificação precoce e do tratamento impecável da dor e de outros sintomas e problemas físicos, psíquicos, sociais e espirituais.” (OMS, 2002)


Os princípios da Medicina Paliativa são:




1. Promover alívio da dor e outros
sintomas responsáveis por sofrimento;



3. Não antecipar e nem prolongar ou adiar a morte;



5. Oferecer um conjunto de cuidados e suporte para ajudar o paciente a viver da maneira mais ativa possível até a morte;



7. Acessar, por meio de uma equipe multiprofissional, as necessidades do paciente e da família, incluindo assistência ao luto, se necessário;



9. Instituir cuidados paliativos precocemente no curso da evolução da doença em conjunto com tratamentos modificadores da doença, responsáveis por prolongar a vida (como quimioterapia e radioterapia, por exemplo);




2. Afirmar a vida e reconhecer a
morte como um processo natural;



4. Integrar aspectos psicológicos e espirituais ao cuidado;



6. Oferecer suporte para a família compreender
e organizar durante o processo de doença e de luto;



8. Melhorar a qualidade de
vida influenciando positivamente
a evolução da doença;



10. Incluir investigações diagnósticas necessárias
para melhor compreensão e manejo das
complicações clínicas que possam
gerar sofrimento.




Promover alívio da dor e outros
sintomas responsáveis por sofrimento;



Não antecipar e nem prolongar ou adiar a morte;



Oferecer um conjunto de cuidados e suporte para ajudar o paciente a viver da maneira mais ativa possível até a morte;



Acessar, por meio de uma equipe multiprofissional, as necessidades do paciente e da família, incluindo assistência ao luto, se necessário;



Instituir cuidados paliativos precocemente no curso da evolução da doença em conjunto com tratamentos modificadores da doença, responsáveis por prolongar a vida (como quimioterapia e radioterapia, por exemplo);




Afirmar a vida e reconhecer a
morte como um processo natural;



Integrar aspectos psicológicos e espirituais ao cuidado;



Oferecer suporte para a família compreender
e organizar durante o processo de doença e de luto;



Melhorar a qualidade de
vida influenciando positivamente
a evolução da doença;



Incluir investigações diagnósticas necessárias
para melhor compreensão e manejo das
complicações clínicas que possam
gerar sofrimento.



A assistência é focada no indivíduo e não na doença!
Por esse motivo, não se pode cuidar bem de alguém que não se conheça bem como pessoa…


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